Clínica Ventura - Cirurgia Plástica

Cirurgia da Calvície

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TRANSPLANTE CAPILAR - DENSIDADE E VOLUME COM A TÉCNICA DE MICRO ENXERTOS

Temos aproximadamente 100.000 fios no couro cabeludo, disposto em agrupamentos de 1 a 4 fios, com predomínio das unidades foliculares de 2 fios (em média 20% contêm 1 fio, 50% 2 fios, 25% 3 fios e 5% 4 fios).
A calvície androgenética é o tipo mais comum de perda de cabelo e representa o diagnóstico primário na maioria dos candidatos a um transplante capilar. Afeta em algum grau, aproximadamente 20% dos homens na idade de 20 anos, 50% aos 50 anos e 80% aos 80 anos.
A alopecia androgenética consiste na combinação de hereditariedade, influenciada por múltiplos fatores genéticos, e a ação da dihidrotestosterona (DHT) sobre as raízes capilares. Temos uma progressiva e lenta miniaturização do folículo que leva a uma diminuição do comprimento e diâmetro do cabelo. O padrão, a velocidade da queda, o início e o grau da calvície, estão todos relacionados com a hereditariedade, influenciada por múltiplos fatores genéticos, dependentes do nível de dihidrotestosterona (DHT) circulante. A DHT é formada na corrente sangüínea através da testosterona, mediada pela enzima 5-alfa-reductase, desde o início da puberdade. Os homens da raça branca apresentam uma incidência de calvície 4 vezes maior que os homens das raças negra e oriental.

Os cabelos que geralmente são afetados pela ação da dihidrotestosterona situam-se nas regiões frontais, topo e coroa, portanto as regiões laterais e posteriores do couro cabeludo são áreas permanentes, não afetadas pela DHT. São as chamadas áreas doadoras. Inicialmente, os sinais de afinamento dos cabelos são mais freqüentes na linha de implantação capilar frontal, havendo um recuo da mesma, e progressão para os vários tipos de padrões da calvície masculina, como mostra a classificação de Hamilton/ Norwood.

É comum ver os efeitos da calvície androgenética nos jovens, começando no final da puberdade ou no início da 2ª década de vida. Quando a perda começa muito cedo, ela pode ser rápida e extensa. Mais comumente, uma perda lenta e progressiva ocorre p0 a 25 anos. Embora o processo evolua por toda a vida, podemos dizer que, normalmente, a calvície se “estabiliza” em torno dos 45 anos. No entanto, o início pode ocorrer numa pessoa de 50 anos e, até mesmo 30% da população masculina calva, podem experimentar calvície significante quando atingem os 40 anos.
Sabendo que a média de unidades foliculares/cm² na raça branca oscila de 70 a 100 UFs/cm² e que 50% deste número já dão aparência de alta densidade e naturalidade, podemos considerar cirurgias com densidades de 35 a 50 UFs/cm² como nossa meta.
A razão mais comum para a indicação de uma segunda sessão é o aumento da densidade e do volume dos cabelos. Outro motivo para uma segunda sessão é a progressão da área de calvície. Mesmo nos casos de alta densidade, na primeira cirurgia, podemos no segundo procedimento intercalar enxertos entre os primeiramente colocados, dando mais volume e naturalidade.
A técnica folicular é um método de restauração capilar que consiste em transplantar da área doadora (região posterior ou lateral do couro cabeludo) para a área calva, apenas unidades foliculares. Sua anatomia é composta de 1 a 4 fios envoltos por um anel de tecido conjuntivo que os protege; assim como as glândulas sebáceas que dão oleosidade natural ao couro cabeludo.
A cirurgia leva de 3 a 6 horas, realizada com anestesia local e sedação e tem como base, a retirada de uma faixa de couro cabeludo da área doadora e a separação das unidades foliculares com o auxilio de microscópios. As unidades foliculares são mantidas em solução salina a 4ºC ou plasma do próprio paciente. A área doadora é fechada mantendo a continuidade da implantação capilar na região. Enquanto o trabalho de separação das unidades foliculares se desenrola, micro-orifícios são realizados na região calva e a colocação dos enxertos foliculares se inicia, respeitando a direção e angulação dos fios pré-existentes, reproduzindo a distribuição padrão do couro cabeludo, procurando o máximo de naturalidade.
O Transplante Capilar é considerado um procedimento muito seguro, de pequeno a médio porte, apesar de longo.
Pequenas crostas se formam em cada enxerto posicionado e, costumam cair de 5 a 10 dias após o procedimento. Os cabelos implantados com 1 a 3 mm de comprimento normalmente caem ao longo do primeiro mês, entretanto, as raízes permanecem dormentes por 6 a 12 semanas, quando retornam a crescer, atingindo um bom visual ao redor do 8º mês.

Complicações são raras. Pequenas infecções podem ocorrer, raramente, ao redor dos cabelos transplantados e respondem a antibióticos, normalmente (Foliculite). Na área doadora ocorre, geralmente, uma cicatriz discreta, facilmente coberta pelos cabelos vizinhos. Pacientes podem apresentar discreta insensibilidade nas áreas doadora e receptora e que, usualmente, desaparecem nas semanas subseqüentes.

Na manhã seguinte à cirurgia o paciente deve lavar a cabeça retirando o curativo, podendo retornar imediatamente as atividades de trabalho, inclusive viajar. Atividade física e exposição ao sol serão permitidas após 15 dias.

PARA MAIORES INFORMAÇÕES, ENTRE EM CONTATO PELO (55)3303-5002 OU (55)3303-4326

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